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Porto Alegre, terça-feira, 17 de Outubro de 2017

  • 12/08/2017
  • 10:33
  • Atualização: 10:34

China pede a Trump que evite aumentar tensão com Coreia do Norte

Xi Jinping exortou ainda todas as partes a "dar provas de moderação"

Xi Jinping exortou ainda todas as partes a

Xi Jinping exortou ainda todas as partes a "dar provas de moderação" | Foto: Andy Wong / AFP / CP

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O presidente chinês, Xi Jinping, pediu neste sábado a seu homólogo americano, Donald Trump, que evite "palavras e atos" capazes de "exacerbar" a tensão na península coreana, informou a TV estatal chinesa. Em conversa por telefone com o presidente americano, Xi exortou ainda todas as partes a "dar provas de moderação" e a "manter um rumo geral de diálogo, negociações e acordo político", destacou a CCTV.

O líder chinês assinalou que "China e Estados Unidos compartilham o interesse comum de livrar a península coreana das armas nucleares e de manter a paz e a estabilidade" na região. Segundo a CCTV, Trump respondeu que "as relações entre China e Estados Unidos se encontram em um estado de bom desenvolvimento, e ainda podem melhorar".

A Casa Branca confirmou que durante a conversa os dois presidentes "reafirmaram seu compromisso mútuo com uma península coreana livre de armas nucleares". No mesmo comunicado, a presidência americana destacou que em um telefonema ao governador da ilha, Eddie Calvo, o presidente Trump "reafirmou" que as "forças dos Estados Unidos estão preparadas para garantir a segurança da população de Guam e de todo os Estados Unidos".

Na sexta-feira, Trump advertiu que se a Coreia do Norte "fizer algo com relação a (ilha de) Guam ou qualquer outro lugar que seja um território americano ou um aliado americano, vai se arrepender de verdade, e vai se arrepender rápido". No Twitter, o presidente revelou que "as soluções militares estão prontas para ser usadas caso a Coreia do Norte atue de forma imprudente". Pyongyang, que em julho realizou com sucesso dois testes de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) capazes de atingir o território americano, ameaçou nesta semana atacar Guam, uma remota ilha no Pacífico onde os Estados Unidos têm bases militares estratégicas.